DIÁC. FERNANDO JOSÉ DA SILVEIRA PÓVOAS - CND 716

R. João Meireles, 520 - Apto: 201 Itaguaçu 88085-200 - FLORIANÓPOLIS - SC Nasc: 25.10.45 Cas: 21.11.63 Escolaridade: III G Fone: (48) 3249-8198 Esposa: Rose Mary C. Póvoas Nasc: 12.10.48

Ministérios recebidos: Leitorato: 06.10.90 - Conferente: Pe. Valter Maurício Goedert Acolitato: 23.03.91 - Conferente: Pe. Valter Maurício Goedert Admissão à Ordem Sacra: 03.03.92 - Autoridade: D. Eusébio Oscar Scheid

Ordenação: 16.05.92 - Ordenante: D. Eusébio Oscar Scheid Local: Par. São João Batista e Santa Luzia Capoeiras

Provisão: 16.05.92 Paróquia São João Batista e Santa Luzia Capoeiras/ Florianópolis - SC Registro n° 210/92 - Livro n° 15

Escola: São Francisco de Assis - 6ª Turma Lema: "Fala, Senhor, que teu servo escuta" (I Sm 3,5b).

Fonte: http://www.diaconos.com.br


Nossa Razão de Ser


O diaconato é um dom de Deus à sua Igreja. Mais do que em qualquer outra época, a Igreja tem necessidade de testemunhar aos homens o serviço humilde, mas libertador, daquele que se fez servo de todos para redimir a todos. A opção pelos mais pobres, pelos marginalizados e oprimidos, pelos que sofrem e são injustiçados, faz a Igreja descobrir um horizonte mais amplo na vivência do Mistério Pascal de Jesus Cristo, encarnado nas mais diferentes realidades. Por ser um dom de Deus, o diaconato não pode ser avaliado, segundo o documento de Puebla, "com critérios meramente pragmáticos, por estas ou aquelas ações que poderiam ser exercidas por ministros não ordenados ou por qualquer batizado; nem tampouco como solução para a escassez numérica de presbíteros que afeta a América Latina. A conveniência do diácono se desprende de uma contribuição eficaz para melhor cumprimento da missão salvífica da Igreja, graças a uma atenção mais adequada à tarefa evangelizadora" (cf. Documento de Puebla 698). É nessa procura do novo e do velho (Puebla 699) que D. Afonso Niehues vê o sentido da restauração do diaconato permanente: "A Igreja, em boa hora, através do Concílio Vaticano II, restaurou o diaconato permanente. Indo e voltando, a história está sempre em busca de melhores caminhos para transmitir a mensagem cristã de uma maneira eficaz e adequada a cada momento, procurando convertê la em vivência da fé, da esperança, da graça e do amor. Desta forma, a Igreja valorizou o sacramento da Ordem; completou o de modo estável, re introduzindo o primeiro grau deste sacramento. Ênfase especial é dada à idéia de serviço ou de ministério, já que a Igreja existe para prestar um serviço a seu povo e à própria humanidade" (Homilia proferida por ocasião do Congresso Internacional dos Diáconos Permanentes, em Itaici  (cf. Pastoral de Comjunto, n. 267 (1987), p. 445).  Comentando a atuação dos diáconos, Dom Afonso continua : "A presença do diácono contribui para diminuir aquela certa distância que existe entre os presbíteros e o povo, se de um lado, faz parte da hierarquia, de outro lado, leva uma vida no meio do povo, e à semelhança deste mesmo povo. Os seus préstimos se dão tanto na esfera dos atos sagrados, como no anúncio da Palavra de Deus, na distribuição dos sacramentos, na participação dos ritos litúrgicos e no desempenho dos serviços de caridade, como também na esfera natural e humana, ou seja: a animação das comunidades e o engajamento nas preocupações da população carente, mergulhada, em nossos dias, em numerosos e graves problemas. Vejo no espírito disponível dos diáconos, em seu senso de responsabilidade, no seu desprendimento, uma presença providencial, que não somente completa os encargos dos presbíteros, mas, sobretudo, forma e anima as comunidades que, de outro modo, talvez não viriam à tona, ou teriam um acompanhamento quase nulo, ou muito precário" cf. ibidem, pp 445 446). Na verdade, este serviço de mediação faz do diácono fermento na comunidade. Através do seu serviço, os membros da comunidade são chamados sempre de novo a ser Igreja viva e atuante. O diácono tem por missão reavivar e dinamizar a comunidade, a fim de que ela possa superar toda espécie de individualismo e isolamento, contribuindo, assim, de modo efetivo, na construção de uma comunidade cristã. Mais adiante, em sua homilia, Dom Afonso sublinha os objetivos da preparação do diácono: "O caráter permanente do diácono exige, evidentemente, uma preparação que lhe permita ser diácono e exercer o seu ministério de forma a não se sentir esvaziado em pouco tempo, ou cair facilmente no perigo de uma frustração. Idéias e convicções refletidas e assimiladas passam a fazer parte da personalidade, porquanto lhe imprimem consistência, firmeza e segurança. O povo precisa ver nos seus guias espirituais, de certa maneira, as mesmas qualidades que vê em Jesus Cristo" (cf. ibidem, p.446). O programa de formação para os candidatos ao diaconato deve, ainda, preencher outros requisitos. Em primeiro lugar, é preciso reconhecer e valorizar a função que a comunidade exerce no processo de restauração do diaconato. Por isso, tanto os presbíteros como os leigos sejam consultados sobre a oportunidade ou não de introduzir o diaconato na Diocese. Não convém que o Bispo leve ao Conselho Presbiteral ou ao Conselho de Pastoral uma decisão, um fato já consumado. Aprovada a restauração, é necessário sensibilizar a comunidade para acolher o novo ministério, a fim de que o diaconato seja não só suficientemente conhecido, mas também devidamente valorizado. As considerações acima, ainda que breves, pretendem definir os objetivos básicos da formação dos diáconos permanentes na Arquidiocese de Florianópolis, objetivos perfeitamente afinados com o pensamento da Igreja na América Latina. Em vista da concretização desses fins, a Escola Diaconal São Francisco de Assis se reestrutura continuamente, sempre a serviço da melhor formação dos candidatos ao diaconato permanente. A Escola se propõe, portanto, desenvolver as grandes linhas de formação da personalidade, empregando a metodologia mais adequada e exeqüível no contexto da realidade de hoje. Fonte: Diretrizes da Escola Diaconal São Francisco de Assis.

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